Como Intervimos

 

Partindo da premissa que não se trata de atuar segundo nossas crenças e idéias ou de não levar a cabo projetos que só sejam viáveis baixo nossa supervisão, Silo dinamiza e financia projetos que atendem a petições realizadas pelas próprias comunidades, sobre alguma necessidade ou ação que significasse uma melhora para elas.

Qualquer petição expõe-se em reunião geral sempre em presença de ECAS-D e Silo. A organização do projeto desde seus inícios é responsabilidade da população, quem elege a todas as pessoas necessárias para seu desenvolvimento; nos projetos que precisam infra-estrutura é a própria comunidade quem tem de ceder o terreno e a mão de obra.

Após a reunião geral com a população, ECAS-D e Silo, valorizam a viabilidade e funcionalidade do projeto, momento a partir do qual Silo começa o trabalho para conseguir o suporte econômico que financiará seu desenvolvimento.

A maioria de projetos implica a criação de postos de trabalho que beneficiam à população local. Os recursos materiais são sempre adquiridos em Guiné Bissau para promover sua economia.

Todos os custos, tanto materiais como humanos, que se geram com os projetos correm a cargo de Silo. Apesar disso, estamos a trabalhar pára que estes sejam a longo termo auto gestionáveis e independentes de nossa contribuição econômica, o que permitirá uma implantação definitiva nas comunidades.

Silo sempre procura e valoriza a colaboração com entidades locais e/ou internacionais que trabalhem na zona. Colaboramos com:

  • Associação de mulheres agricultoras de Dembandje (AMAI)

  • Associação de mulheres agricultoras de Gambasse (AMAG)

  • Associação de mulheres agricultoras de Nema (AMAM)

  • Associação de filhos e amigos de Gambasse (AFAG)

  • ONG Plan Internacional

  • Orfanato Casa Emanuel

  • Programa Mundial de Alimentos (PAM)